Desafios da Reforma Tributária: maneiras de se preparar e valorizar a importância estratégica do advogado.
A Reforma Tributária, aprovada em 2023 e programada para ser implementada a partir de 2026, ainda gera questionamentos mesmo entre especialistas em direito experientes.
E, se você já está encontrando dificuldades neste momento, considere como seus clientes também podem estar passando por situações complicadas.
A transição está mudando a maneira como as empresas realizam cálculos de custos, administram operações e preveem resultados. No entanto, muitos gestores têm dificuldade em compreender essas mudanças. Eles recebem informações desconexas sobre o aumento potencial dos impostos, créditos acumulados de acordo com a legislação vigente, novas burocracias e prazos sempre apertados.
Nesta situação, o profissional de direito pode servir como guia seguro que os leva para a próxima fase da legislação tributária.
De acordo com o relatório do Thomson Reuters Institute, a maioria dos profissionais do direito prevê um impacto significativo ou disruptivo da reforma fiscal nos próximos cinco a dez anos.
Isso indica que o período mais crítico ainda está por vir. Apesar disso, as consequências da reforma tributária já estão impactando escolhas, e os profissionais que aconselham empresas não devem aguardar a estabilização da regulamentação para agir.
Com base nos resultados da pesquisa, identificamos 7 principais desafios que a reforma traz para as empresas e explicamos como cada um pode ser previsto com precisão técnica e uma abordagem estratégica.
Porque, mesmo que a Reforma seja complicada, a Thomson Reuters simplifica.
Indicações de crescimento na procura proveniente das incertezas da Reforma Tributária.
Segundo informações da Thomson Reuters, as mudanças resultantes da Reforma Tributária já estão gerando um aumento da demanda por serviços jurídicos nas empresas.
De acordo com a pesquisa, 41% dos escritórios de advocacia observaram um aumento no número de solicitações relacionadas a reformas, especialmente em questões como consultas sobre operações estruturais, revisão de contratos, reorganização societária e ajustes em procedimentos internos.
Entre os especialistas consultados, a maioria (78%) prevê um aumento de litígios relacionados à reforma, abrangendo questões como disputas sobre créditos, contestações de autuações, interpretações divergentes entre o Comitê Gestor e a Receita Federal, e questionamentos específicos sobre a aplicação das novas normas de transição.
Ao mesmo tempo, a maioria (89%) prevê um aumento nos procedimentos administrativos, à medida que as empresas buscam proteger suas posições diante de entidades de fiscalização e autoridades administrativas.
A análise cuidadosa dos desafios da reforma tributária, a eficiência dos processos internos e a utilização estratégica da tecnologia têm o potencial de distinguir aqueles que apenas reagem a problemas imediatos daqueles que irão conduzir e influenciar a agenda da reforma dentro das empresas.
Os principais perigos da Reforma Tributária para os clientes.
Os advogados consultados pelo Thomson Reuters Institute destacaram os perigos da reforma tributária que já estão impactando seus clientes.
As questões mais comuns abordam o aumento dos impostos, discrepâncias na interpretação entre o Comitê Gestor e a Receita Federal e os obstáculos ligados aos créditos acumulados de acordo com a legislação vigente.
Risco 1: Possibilidade de aumento da carga de impostos em 25%.
O principal receio dos entrevistados da pesquisa durante a transição para o IVA Dual é o crescimento da carga tributária no Brasil, mencionado por 25% deles como a maior preocupação dos clientes.
Apesar de o novo modelo prometer simplificação no futuro, ele pode aumentar os custos em determinadas cadeias, principalmente durante a transição entre sistemas.
Quais são as expectativas a ter.
Alguns segmentos podem encarar aumento de despesas, sobretudo se dependem de benefícios fiscais ou incentivos que serão revogados.
Além disso, é esperado que, no período de 2026 a 2033, a coexistência de vários sistemas tributários (ICMS, ISS, PIS/COFINS em conjunto com CBS e IBS) resulte em flutuações temporárias nos montantes totais arrecadados.
Como realizar a medição do efeito.
A precisão da análise requer a utilização de modelagem. O advogado pode utilizar diferentes métodos para assessorar seus clientes.
- Análise de possíveis situações antes e depois, levando em conta as taxas durante o período de experimentação e as diretrizes de transição.
- Interpretações por área específica, uma vez que os setores de varejo, indústria e serviços podem ser impactados de maneiras diferentes dependendo dos recursos utilizados, das margens de lucro e das regulamentações em vigor.
Formas de reduzir os impactos.
Para diminuir a quantidade de exposição, geralmente três aspectos são fundamentais:
- Planejamento tributário proativo, analisando opções para reestruturação societária, contratos e operações.
- Uso de benefícios fiscais e regimes especiais em vigor, se aplicáveis.
- Análise da definição de preços e margens, fazendo ajustes nos custos para lidar com possíveis consequências da nova abordagem.
O Checkpoint auxilia o seu escritório a prever possíveis problemas da reforma tributária por meio de atualizações legislativas, avaliações técnicas e orientação estratégica.
De que forma o Checkpoint oferece auxílio.
Dentre as solicitações tecnológicas mais comuns, 24% dos especialistas apontam a importância de contar com ferramentas de simulação e cálculo para prever com precisão os efeitos da reforma.
O Checkpoint, uma ferramenta da Thomson Reuters que combina recursos desse tipo com informações técnicas confiáveis, permite a comparação de cenários, o acesso a legislação atualizada e o acompanhamento de mudanças que afetam diretamente essas projeções.
Nível de risco 2 – Monitoramento da legislação (24%)
Na pesquisa, 24% dos profissionais da área jurídica destacaram que monitorar as mudanças na legislação é um desafio significativo decorrente da reforma tributária para as empresas.
Que antecipar.
Até que o IVA Dual seja implementado em sua totalidade, as empresas e escritórios enfrentarão um ambiente regulatório em constante mudança. Além das mudanças na Constituição e na Lei Complementar 214/2025, a transição também requer a observância de normas inferiores à lei, decisões do Comitê Gestor do IBS, orientações da Receita Federal sobre a CBS e regulamentações setoriais específicas.
Na realidade, isso envolve lidar com:
- Alterações constantes em percentuais, sistemas especiais e diretrizes de crédito.
- Novas entidades e órgãos administrativos, com métodos específicos de funcionamento.
- A coincidência de períodos em que regras antigas e novas se sobrepõem, o que pode resultar em maior probabilidade de não cumprimento sem intenção.
Como se manter informado constantemente.
O monitoramento das leis deve ser encarado como um procedimento constante, fundamentado em alguns princípios essenciais:
- A observação regular dos diários oficiais, decisões do Comitê Gestor do IBS e regulamentos da Receita Federal relacionados à CBS e IS.
- Utilização de recursos que reúnem leis, regulamentos, decisões judiciais e análises especializadas em um só lugar, diminuindo a possibilidade de perder o contexto.
- Avaliação do efeito de cada nova regulamentação importante, estabelecendo uma ligação entre o texto legal e contratos, transações e setores específicos atendidos pelo escritório.
Formas de reduzir os impactos.
Para diminuir a possibilidade de os clientes serem expostos a situações de risco de não cumprimento ou de interpretações desatualizadas, algumas abordagens costumam ser fundamentais.
- Assistência jurídica constante: em vez de lidar somente com consultas esporádicas, estabelecer planos de monitoramento regular da reforma, com atualizações periódicas fornecidas.
- Revisão regular de conformidade: procedimentos trimestrais ou semestrais para analisar políticas internas, contratos e processos fiscais em conformidade com as regulamentações mais atuais.
- Capacitar as equipes fiscal, contábil, financeira e jurídica dos clientes por meio de treinamento interno, visando proporcionar o entendimento básico das mudanças e, assim, diminuir a ocorrência de erros operacionais.
De que maneira o Checkpoint oferece suporte.
Neste cenário, contar com tecnologias de conteúdo deixa de ser uma vantagem competitiva e se torna uma necessidade.
O Checkpoint é um portal que disponibiliza em um só lugar legislação federal, estadual e municipal atualizada diariamente, além de atos legais, jurisprudência e roteiros elaborados por especialistas.
Além do conteúdo principal, o escritório que adota essa solução também possui:
- Alertas personalizáveis por categoria ou área específica, notificando sobre modificações significativas.
- Resenhas diárias e atualizações logo no início do dia, tornando mais fácil identificar o que é realmente relevante em meio à grande quantidade de normas.
- Comentários especializados que auxiliam na compreensão do significado de cada modificação e na relação dessas mudanças com o impacto nos clientes.
Risco 3 – Discrepâncias na interpretação entre o Comitê Gestor e a Receita Federal (21%)
As interpretações divergentes também são consideradas um dos riscos mais críticos da reforma tributária para as empresas, conforme indicado por 21% dos entrevistados.
Quais são as expectativas.
Nos primeiros anos de implementação do IBS e da CBS, é provável que ocorram divergências na interpretação em questões como créditos, local da transação, cálculo da base, categorização de produtos e normas de transição. Essa eventualidade se deve a três fatores principais:
- Diferenças de opinião entre o Comitê Gestor do IBS e a Receita Federal em relação aos principais aspectos do IVA Dual.
- Convivência temporária entre o sistema atual e o novo modelo, resultando em áreas de interpretação ambígua.
- Organizações administrativas não convencionais, que só irão estabelecer uma compreensão sólida com o passar do tempo.
Essa situação eleva a possibilidade de multas e correções retroativas, principalmente para companhias que atuam em mais de um estado ou que têm grande envolvimento com o consumo.
Como prever com antecedência
Algumas áreas geralmente proporcionam maior estabilidade legal.
- Comparação de posturas oficiais, seguindo as ações do Comitê Gestor e regulamentos da Receita Federal.
- Realizar consultas antecipadas aos órgãos responsáveis, com o objetivo de obter consenso antes de tomar decisões práticas.
- Registro completo das decisões relacionadas a impostos, incluindo as bases, leis aplicáveis, opiniões e cálculos utilizados.
Formas de reduzir os impactos.
A redução dos impactos envolve o aprimoramento da fundamentação técnica.
- Afirmações legais embasadas, respaldadas por literatura acadêmica e investigações minuciosas.
- Pronto para lidar com autuações resultantes de interpretações diferentes, o contencioso preventivo está preparado para responder.
- Acompanhamento organizado de decisões anteriores de órgãos administrativos e judiciais, identificando padrões de interpretação consolidados.
Risco 4: créditos acumulados de acordo com a legislação vigente (20%)
20% dos entrevistados mencionaram os créditos acumulados.
Quais são as expectativas.
Durante a mudança para o novo sistema, organizações precisarão enfrentar a transferência de créditos de impostos, como ICMS, IPI, PIS e COFINS, para os novos modelos CBS e IBS, de acordo com as normas determinadas pela legislação complementar, como a LC 214/2025.
Esse movimento apresenta três desafios principais.
- É fundamental apresentar evidências documentais confiáveis que comprovem a origem e a validade dos créditos acumulados.
- Restrições e fatores que influenciam a utilização desses créditos sob o novo sistema, de acordo com as diretrizes estabelecidas na legislação.
- Possibilidade de prejuízo financeiro caso não sejam identificados, confirmados ou solicitados os valores dentro dos prazos estabelecidos.
Prever com antecedência.
Alguns avanços precoces podem ter impacto significativo.
- Análise minuciosa dos créditos acumulados anteriores a 2026, com identificação por tipo de imposto, período, fonte e situação de utilização.
- Análise dos procedimentos internos de verificação para detectar irregularidades, despesas negadas com frequência e possíveis problemas legais futuros.
- Análise minuciosa das diretrizes de mudança da LC 214/2025 e de documentos relacionados, estabelecendo relações entre o texto jurídico e as circunstâncias específicas dos clientes.
Estratégias para reduzir o impacto.
Algumas táticas contribuem para diminuir a quantia de informações disponíveis para os clientes:
- Planejamento fiscal para o período de 2026 a 2033, considerando a utilização de créditos de acordo com as etapas da transição e decisões operacionais importantes.
- Reorganização estratégica de créditos, com foco em tributos e períodos que representam maior risco de perda ou maior impacto financeiro.
- Organização de relatórios e documentos que justifiquem a posição tomada, preparando o caminho para possíveis debates administrativos ou judiciais.
Procurar por orientação especializada é recomendado quando a quantidade ou a complexidade dos créditos demandar uma abordagem abrangente que englobe tecnologia, processos e questões legais. Vale ressaltar que somente 27% dos escritórios admitiram ter buscado ajuda externa até o momento.
Risco número 5: dificuldades de operação intricadas.
A complicação na execução é um dos riscos da reforma tributária que frequentemente se manifesta de forma implícita no cotidiano dos clientes.
Que coisas esperar
Com a implementação do IVA Dual, as empresas terão que reestruturar procedimentos que atualmente parecem estar bem estabelecidos. Isso inclui, por exemplo:
- Análise dos processos que envolvem os setores fiscal, contábil, financeiro, compras, vendas e tecnologia da informação;
- Atualização de registros de produtos, serviços e clientes para incorporar as novas normas fiscais relacionadas ao consumo.
- Estabelecimento de novos pontos de verificação e confirmação para prevenir equívocos em documentos e responsabilidades adicionais.
Sem esse cuidado minucioso, aumenta a probabilidade de ter que refazer o trabalho, de atrasos nos processos de encerramento, de discrepâncias entre os sistemas internos e o que é realmente informado ao fisco. Na prática, as consequências da reforma fiscal para as empresas vão além do simples cálculo dos impostos, afetando também a maneira como cada operação é conduzida internamente.
Prever com antecedência.
Algumas abordagens auxiliam a tornar o assunto menos abstrato.
- Identificar quais atividades do cliente sofrem influência direta da CBS, IBS e IS, desde a emissão de notas até a apuração e o envio de obrigações;
- Elaborar um plano de implementação para os anos 2026 e 2033, com foco nos processos de maior risco ou maior volume.
- Experimentar, em um cenário controlado, procedimentos fiscais e contábeis inovadores antes da implementação total das normas, reproduzindo ações comuns do empreendimento.
Formas de reduzir impactos.
O advogado pode auxiliar o cliente na formulação de respostas práticas, integrando perspectivas jurídicas e organizacionais.
- Trabalho em colaboração com consultorias operacionais e equipes internas de processos para garantir a integração do desenho de fluxos, divisão de responsabilidades e controles internos.
- Participação dos fornecedores de sistemas ERP e sistemas complementares na concepção das novas rotinas, assegurando que o processo teórico seja viável na tecnologia existente.
- Executar regularmente simulações das atividades fiscais no novo formato, incluindo testes completos que verifiquem desde a entrada de dados até a análise e apresentação dos relatórios de gestão.
Perigo 6: compatibilidade de sistemas.
A reforma tributária revela deficiências de longa data na infraestrutura de tecnologia da informação em relação à adequação de sistemas.
Quais são as expectativas?
Muitos clientes possuem sistemas ERP e soluções adicionais configurados de acordo com um modelo que não é mais válido e, na realidade, não estão preparados para os conceitos de CBS, IBS e IS.
O ambiente que costuma surgir com regularidade abrange:
- Sistemas antigos que não possuem os campos, regras e configurações necessárias para o IVA Dual.
- Necessidade de desenvolver ou modificar conexões com sistemas do governo, como atualizações nos formatos do SPED e possíveis novos módulos de relatórios personalizados.
- Convivência de diferentes versões de sistemas que funcionam simultaneamente, cada uma com configurações distintas durante o período de transição.
Prever com antecedência.
Neste contexto, o primeiro passo é analisar a situação atual da estrutura tecnológica. O advogado não precisa se tornar um especialista em tecnologia da informação, mas pode guiar o cliente para fazer as perguntas adequadas e encarar o assunto como um projeto prioritário, e não apenas como uma simples correção técnica. Existem algumas abordagens que podem auxiliar:
- Análise dos sistemas existentes para identificar quais módulos, integrações e configurações são impactados pela CBS, IBS e IS.
- Colaboração entre os setores fiscal, contábil, de tecnologia da informação e fornecedores de software para estabelecer o escopo, os prazos e as responsabilidades de cada ajuste.
- Previsão financeira detalhada para melhorias, implementação de novos recursos e possíveis substituições de sistemas, levando em conta o período de 2026 a 2033.
- É crucial realizar testes de integração com os novos designs fiscais e ambientes de homologação.
Antes de iniciar a produção, é aconselhável verificar situações comuns no negócio para garantir a integridade do fluxo de dados, desde a fonte original até as obrigações adicionais.
Formas de reduzir os impactos.
O advogado pode ajudar o cliente a desenvolver estratégias para minimizar os impactos de falhas tecnológicas relacionadas aos riscos da reforma tributária.
- Estabelecer parcerias bem definidas com fornecedores de software fiscal e de ERP, incluindo prazos, acordos de nível de serviço e planos de suporte personalizados para a atualização.
- Planejar uma transição progressiva, utilizando o período de mudança para testar diferentes componentes, configurações e relatórios simultaneamente ao sistema atual.
- Elaborar um plano alternativo para lidar com problemas tecnológicos, antecipando ações a serem tomadas em situações de instabilidade, falhas de comunicação ou atrasos na implementação de sistemas.
Risco número 7: administração de recursos humanos.
O novo padrão requer conhecimento técnico abrangente sobre IVA Dual, normas de transição, créditos e coordenação entre diferentes áreas. Sem profissionais capacitados, a implementação de qualquer estratégia para reduzir os riscos da reforma tributária se torna susceptível.
Quais são as expectativas.
Com o progresso da implementação, é possível que o mercado enfrente desafios.
- Falta de especialistas com vivência prática em CBS, IBS e IS, especialmente em áreas mais avançadas.
- Importância do aprimoramento constante das equipes responsáveis pelas áreas fiscal, contábil, financeira e jurídica, tanto nos clientes como nos escritórios.
- A concorrência por profissionais que possam interpretar as repercussões da reforma fiscal para as empresas e transformá-las em ações empresariais específicas está crescendo.
Antecipar de forma prévia.
O processo de identificação e desenvolvimento de talentos deve ser iniciado antes das datas-chave estabelecidas no planejamento da reforma.
- Elaborar programas de formação preventiva para os colaboradores das áreas fiscal e contábil dos clientes, integrando conhecimento teórico com situações reais.
- Planejar com antecedência a contratação de especialistas ou de profissionais com habilidades analíticas mais avançadas, a fim de evitar competir por talentos somente quando a demanda estiver alta.
- O texto sugere que o escritório atue como uma fonte de conhecimento, fornecendo consultoria externa para preencher lacunas técnicas temporárias até que as equipes internas se desenvolvam.
Formas de reduzir os impactos negativos.
Formas de abordagem a serem consideradas:
- Estabelecer parcerias sólidas com escritórios de advocacia e consultorias especializadas em reforma tributária, visando obter suporte em projetos de maior complexidade.
- Estimular e disponibilizar programas de formação, caminhos de aprendizagem e certificações focadas na reforma tributária para colaboradores internos e para os times dos clientes.
- Criar formatos de consultoria sob demanda que possibilitem a rápida resolução de dúvidas específicas, sem a necessidade de contratações em tempo integral.
De que maneira o Checkpoint oferece auxílio.
O Checkpoint proporciona um cenário de aprendizado constante, com:
- Conteúdo educativo organizado sobre assuntos relacionados a tributos, abordando também os efeitos da reforma.
- Sugestões de itinerários práticos, análises de profissionais qualificados e recursos que servem como referência para a realização de treinamentos internos e workshops com clientes.
- Manter as equipes atualizadas de forma contínua para acompanharem as mudanças normativas e não se limitarem apenas ao conhecimento adquirido em um curso específico.
De modo geral, de que forma os advogados podem ajudar seus clientes durante a implementação da Reforma Tributária?
Reconhecer os desafios da reforma tributária é apenas o começo. O que faz a diferença é saber como converter essa análise em suporte efetivo para os clientes, integrando estratégias, operações e desenvolvimento de equipes.
O fornecimento constante de consultoria estratégica.
- Organizar programas de consultoria em andamento, com procedimentos estabelecidos para acompanhar a reforma, em vez de intervir somente quando um problema já ocorreu.
- Identificar, em conjunto com o cliente, quais são os riscos mais significativos para a empresa em questão (como aumento de impostos, acumulação de créditos, divergências entre órgãos e Receita Federal, entre outros) e elaborar um plano de ação com base nessas prioridades.
- Auxiliar na elaboração de um cronograma de reformas na empresa, com responsáveis designados, prazos definidos, entregas regulares e critérios objetivos para avaliar o impacto da reforma fiscal nas empresas ao longo do tempo.
Exploração de diferentes situações e suporte na escolha de ações a serem tomadas.
- Colaborar na simulação de possíveis cenários antes e depois da reforma, em conjunto com os setores fiscal, contábil e financeiro, com o objetivo de antecipar os impactos nos preços, margens, investimentos e fluxo de caixa.
- Relacionar os estudos sobre o aumento da carga tributária no Brasil a ações práticas, como a revisão de contratos, reestruturação de empresas, alterações em políticas de descontos e ajustes nas cadeias de suprimentos.
- Apoiar na elaboração de estratégias para lidar com créditos acumulados da reforma, analisando opções de compensação, solicitações de reembolso, utilização durante períodos de transição e possíveis questões a serem resolvidas administrativa ou judicialmente.
Educar e aumentar a consciência dos clientes.
- Elaborar webinars, talleres y reuniones regulares para clientes, detallando de manera clara los efectos principales de la reforma y su relación con las actividades fiscales, contables, financieras y operativas.
- Criar recursos educacionais adaptados por segmento ou categoria de atividade (como varejo, indústria, serviços, exportadores, etc.), ilustrando a forma como os desafios da reforma tributária se manifestam em cada cenário específico.
- Sugerir encontros a cada três meses para atualização, nos quais se analisam alterações em regulamentos importantes, resoluções recentes e áreas de foco para o próximo trimestre.
Organize as suas ofertas de serviços para lidar com os desafios da Reforma Tributária.
O escritório que almeja estar à frente precisa estruturar um portfólio bem definido, com propostas que abordem diretamente os principais desafios da reforma tributária e suas consequências para as empresas.
Assessoria especializada que visa identificar problemas antes que ocorram.
Uma das áreas principais do portfólio pode ser a consultoria proativa, organizada em forma de projetos completos com início, meio e fim, ao invés de simples pareceres individuais. Dentro deste conjunto de serviços estão incluídos: avaliação do impacto da reforma em operações específicas, revisão de contratos importantes, análise da cadeia de valor e identificação dos riscos mais significativos da reforma tributária para cada cliente.
O planejamento tributário para os anos de 2026 a 2033 também é relevante, considerando a transição entre sistemas: quais escolhas devem ser feitas antecipadamente, quais transações precisam de ajustes e onde é possível reorganizar a estrutura societária ou contratual. Além disso, a revisão dos créditos acumulados da reforma complementa esse conjunto de ações, possibilitando a identificação, validação e priorização do uso dos créditos antes que oportunidades sejam perdidas.
Estratégia de gestão fiscal baseada em diferentes possibilidades futuras.
Uma possível paráfrase do texto seria: O próximo passo é converter essa análise em um planejamento tributário contínuo, com base na simulação de diferentes cenários.
Esse serviço especial combina análises computacionais, interpretação legal e perspectiva empresarial. Envolve a criação de planos para reduzir riscos (como reestruturação de atividades, revisão de políticas comerciais ou modificações contratuais) e a elaboração de estratégias para aproveitar vantagens de regimes especiais, seguindo as regras de transição e as restrições normativas.
Litígio especializado em Alterações no Sistema Tributário.
O terceiro aspecto aborda a questão do litígio relacionado à reforma. Isso envolve diferentes serviços, como: defesas estratégicas perante órgãos como o Comitê Gestor do IBS e a Receita Federal, coordenação em processos de infração durante a transição, medidas judiciais preventivas para diminuir incertezas na interpretação e acompanhamento constante de decisões judiciais relevantes.
Expanda suas opções de investimento utilizando o Checkpoint como fundamento técnico.
Para garantir a escalabilidade deste portfólio, é essencial contar com uma base técnica exclusiva, confiável e atualizada. O Checkpoint desempenha um papel fundamental como infraestrutura de conhecimento do escritório, disponibilizando informações como legislação comentada, guias práticos, literatura especializada, conteúdos sobre créditos acumulados, divergências de interpretação entre o Comitê Gestor e a Receita, e ferramentas de simulação que auxiliam na avaliação do impacto da reforma fiscal nas empresas.
Ao incorporar o Checkpoint nas atividades de consultoria preventiva, planejamento tributário e contencioso especializado, o escritório obtém maior agilidade na resposta, maior uniformidade técnica e habilidade para compartilhar boas práticas com os clientes.
Este é o momento de guiar a pauta da Reforma Tributária.
Para profissionais do ramo jurídico, esta é uma oportunidade única em que todo o mercado se reestrutura e você pode se tornar essencial.
Os consumidores não buscam somente soluções, mas sim alguém capaz de simplificar o processo complexo e auxiliar na tomada de decisão, e essa responsabilidade pode e deve ser assumida por você.
O Checkpoint é fundamental para guiar de forma segura as empresas diante dos desafios impostos pela reforma fiscal, como legislação, transição, créditos acumulados e divergências entre Comitê Gestor e Receita.